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Vendas industriais e o emprego seguiram em alta no Rio de Janeiro em março Setores de roupas, produtos farmacêuticos e material elétrico ajudaram no bom desempenho 03.05.2007 - 15:57 Redação A atividade industrial do Rio de Janeiro cresceu em março, dando seqüência ao processo de recuperação do setor, de acordo com a pesquisa Indicadores Industriais, da Firjan. OP emprego e as vendas reais seguiram a tendência de alta, enquanto a utilização da capacidade instalada registrou ligeiro recuo depois do pico observado em fevereiro. As horas trabalhadas na produção ficaram próximas à estabilidade. As vendas reais da indústria fluminense aumentaram 21,9% em março sobre fevereiro, correspondendo à alta de 2,3% na série livre de influências sazonais. Na comparação com março de 2006, a alta foi maior, de 8,4%, e no trimestre, de 2,6%. A expansão das vendas veio acompanhada de crescimento de 1,1% do emprego, o que representou a abertura de aproximadamente 4.100 novos postos de trabalho. No primeiro trimestre deste ano, o emprego na indústria do Rio de Janeiro cresceu 4,6%, recorde para o período janeiro-março. Recorde também bateu o número de horas trabalhadas nos três primeiros meses deste ano, com avanço de 5,7% em relação ao mesmo período de 2006. Mas houve ligeiro recuo de 0,6%,em março, com ajuste sazonal, na comparação com fevereiro. Frente ao mesmo mês do ano passado, no entanto, as horas trabalhadas na produção aumentaram 6%. Os salários pagos pela indústria fluminense subiram 2,76% em março. A utilização da capacidade instalada, por sua vez, recuou de 82,9% em fevereiro para 80,2% em março, com ajuste. No 1º trimestre deste ano a média foi de 80,2%, acima da registrada no mesmo período de 2006, que foi de 77,4%. Dos 13 setores pesquisados, oito apresentaram índice de uso da capacidade instalada superior ao da media da indústria. Destes, cinco operaram com mais de 85%: metalúrgico (91,32%), químico (90,39%), papel e papelão (90%), material elétrico (87%) e minerais não-metálicos (86,65%.). Setores Segundo os indicadores da Firjan, os setores industriais que mais influenciaram o aumento das vendas reais em março foram vestuário e calçados, produtos farmacêuticos, material elétrico, material de transporte e material plástico. Também tiveram desempenho positivo os setores de produtos alimentares, têxtil, perfumaria, sabões e velas, químico, papel e papelão, e metalúrgico. Os únicos setores que apresentaram resultado negativo de vendas reais em março foram minerais não-metálicos e mecânico, em decorrência de grande entrega de encomendas feita em fevereiro. Em relação ao número de horas trabalhadas na produção, a queda de 0,6%, com ajuste sazonal, em março frente a fevereiro, foi influenciada por três dos 13 setores pesquisados: perfumaria, sabões e velas, vestuário e calçados, e químico. Entre os demais, em alta, destacaram-se produtos alimentares, material elétrico, material de transporte e material plástico. Quanto ao mercado de trabalho, os setores que mais contrataram foram têxtil, minerais não-metálicos, produtos alimentares, material plástico, mecânico e material de transporte. Apenas em quatro setores - químico, vestuário e calçados, papel e papelão e perfumaria, sabões e velas - as dispensas superaram as contratações. Sobre aumento de salário, no mesmo comparativo (março/fevereiro), os maiores foram dados pelos setores de material plástico (13,53%), produtos alimentares (11,66%), material de transporte (9,24%), material elétrico (7,55%) e vestuário e calçados (3,77%), |
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