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Porto Alegre e Rio Branco são as capitais com mais fumantes, aponta pesquisa

Estudo apurou que Salvador tem o menor percentual de fumantes, mas ali é o lugar onde mais se bebe

14.03.2007 - 19:05

Redação

Porto Alegre e Rio Branco são as capitais brasileiras com maior percentual de fumantes, 21,2% da população. Salvador, com 9,5%, é que tem menor percentual, conforme pesquisa do Sistema de Monitoramento de Fatores de Risco (Vigitel), que realizou 54 mil entrevistas em todas as capitais brasileiras no ano passado. O resultado foi divulgado hoje em Brasília.

Segundo o estudo, o hábito de fumar é mais comum entre homens do que entre mulheres em todas as capitais, exceto Goiânia e Rio de Janeiro.

O percentual de homens que fumam é maior em Macapá (29,4%), Porto Alegre (26,3%) e Porto Velho (25%). As capitais com menor incidência de homens fumantes são Salvador (12,3%), Goiânia (15,9%) e Rio de Janeiro (16,1%).

Entre as mulheres, também se observou menor freqüência de fumantes em Salvador (7,2%), Aracaju (8,1%) e São Luís (8,1%). A freqüência mais alta de mulheres fumantes foi encontrada em Rio Branco (17,9%), Porto Alegre (17%) e Curitiba (15,9%).

Álcool

Sobre o consumo de bebidas alcoólicas, a pesquisa verificou que a freqüência de adultos que consumiram nos últimos três meses quatro doses (mulheres) ou cinco doses (homens) de bebida alcoólica em um dia foi menor em Curitiba (12,1%) e maior em Salvador (22,1%). A pesquisa considera tal dosagem consumo abusivo de bebidas alcoólicas.

Entre os homens, o consumo foi maior em Salvador (33%), Recife (32,9%) e Teresina (32,3%). As menores taxas de consumo foram verificadas em São Paulo (20%), Curitiba (20,6%) e Campo Grande (22,9%).

Entre as mulheres, o consumo é maior em Belo Horizonte (13,2%), Salvador (13%) e Recife (12,1%). Os locais onde elas bebem menos são Curitiba (4,6%), São Paulo (5,1%) e São Luís (6%).

A pesquisa mostrou que os homens consomem duas vezes mais bebidas alcoólicas do que as mulheres. Entre eles, o percentual que bebe abusivamente foi de 16,1% e, entre as mulheres, de 8,1%.

A freqüência de consumo abusivo foi maior nas faixas etárias mais baixas. Na faixa etária entre 18 e 44 anos, o consumo abusivo alcançou 30% dos homens e 10% das mulheres. Já na faixa de 65 anos para cima, o consumo caiu para 5% dos homens e 1% das mulheres.

Com Agência Brasil


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