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IBGE apura que produção industrial cresceu 0,7% em agosto

A alta foi verificada em diversos tipos de comparação: mensal, anual e nos últimos doze meses

05.10.2006 - 12:47

Redação

Em agosto, os índices da produção industrial, pesquisados pelo IBGE, mostraram crescimento nos diferentes tipos de comparação. De julho para agosto, a alta foi de 0,7%, descontadas as influências sazonais.

Em relação a agosto de 2005, o aumento foi de 3,2%.
Também houve crescimento de 2,8% no acumulado de janeiroa agosto, em relação ao mesmo período do ano anterior, e de 2,2% no indicador dos últimos 12 meses.

De julho para agosto, o aumento no no ritmo de produção atingiu a maioria (15) das 23 atividades, que têm séries mensais sazonalmente ajustadas, e três das quatro categorias de uso.

Vale citar o resultado favorável registrado nos setores de outros produtos químicos (3,7%), outros equipamentos de transporte (11,0%), veículos automotores (1,1%) e máquinas e equipamentos (1,5%).

As pressões negativas mais significativas vieram de alimentos (-1,9%), farmacêutica (-5,3%) e metalurgia básica (-2,8%).

Na comparação com agosto de 2005, o acréscimo de 3,2% refletiu o comportamento positivo da maioria (21) das vinte e sete atividades pesquisadas.

Os maiores impactos positivos sobre o índice global, por ordem de importância, vieram de: máquinas para escritório e equipamentos de informática (41,4%); veículos automotores (5,5%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (12,3%); metalurgia básica (5,6%); e alimentos (2,3%).

O crescimento de 2,8% no indicador acumulado de janeiro a agosto, contra igual período de 2005, teve perfil generalizado atingindo vinte setores e as quatro categorias de uso.

No corte por atividades, a liderança permanece com máquinas para escritório e equipamentos de informática (54,5%), Mas houve forte contribuição também da indústria extrativa (7,8%); máquinas, aparelhos e materiais elétricos (13,9%); refino de petróleo e produção de álcool (3,4%); alimentos (2,0%); e veículos automotores (2,3%).

Por outro lado, outros produtos químicos (-2,1%), madeira (-8,4%) e vestuário (-6,1%) exerceram as principais pressões negativas.


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