Mulheres e classe C elevam vendas na web, que chegaram a R$ 1,7 bi no semestre
Prodsutos mais vendidos são livros, jornais e revistas; eletrônicos também têm bom desempenho
02.08.2006 - 18:28
Redação
O faturamento do comércio eletrônico brasileiro atingiu R$ 1,75 bilhão no 1º semestre de 2006, acima da expectativa da e-bit. Os dados estão na 14ª edição do Web Shoppers, estudo que acompanha a evolução dos bens de consumo vendidos na internet e o perfil do consumidor online.
De janeiro a junho de 2005 o faturamento havia sido de R$ 974 milhões. Estão excluídos a venda de passagens aéreas, os sites de lielão e de automóveis.
A adesão de consumidores de classes com menor óder de compra, principalmente da classe C, pode ter sido um dos fatores que impulsionaram as vendas das lojas virtuais. Isso mudou a renda média do consumidor online: em 2001, os adeptos das compras na web tinham renda familiar de R$ 4,014. Em 2006 esse valor caiu para R$ 3.683.
Outro dado que chama atenção sobre o perfil do e-consumidor é que, em 1 ano, as mulheres aumentaram sua participação em cerca de 3 pontos percentuais. As duas coisas juntas (mulheres e classe C) representaram umm aumento de 44% na base total de consumdiores online, que hoje são 5,75 milhões de pessoas - ou 18% do total de 32 milhões de internautas (dado do Ibope).
Produtos mais vendidos
· Livros, jornais e revistas: 21,5% (2004), 16,8% (2005) e 18,4% (2006)
· CDs, DVDs e vídeos: 27,3% (2004), 22,2% (2005) e 15,9% (2006)
· Eletrônicos: 10,1% (2004), 12,9% (2005) e 14,3% (2006)
· Informática: 6,1% (2004), 7,1% (2005) e 8,4% (2006)
· Saúde e Beleza: 6,7% (2004), 8% (2005) e 7,9% (2006)
· Eletrodomésticos: 5,8% (2004), 7,2% (2005) e 6,9% (2006)